Regra 50-30-20
Uma forma simples de dividir o salário: metade para o que é necessário, 30% para o que você quer e 20% para o futuro.
O que cai na conta, já descontados impostos e INSS.
- Necessidades 50%
- R$ 3.000,00
- Moradia, contas, mercado, transporte, saúde, educação.
- Desejos 30%
- R$ 1.800,00
- Restaurante, delivery, viagens, compras, assinaturas.
- Futuro 20%
- R$ 1.200,00
- Reserva de emergência, metas, investimentos, quitar dívida.
Simulação educativa, não é recomendação de investimento. Taxas de referência de setembro de 2026.
O que entra em cada fatia
Necessidades (50%): o que você não consegue cortar. Moradia, contas, mercado, transporte, saúde, educação e o mínimo das dívidas.
Desejos (30%): o que dá para cortar se precisar. Restaurante, delivery, viagem, roupa que não é necessidade, assinaturas.
Futuro (20%): reserva de emergência, metas, investimentos e o que passar do mínimo nas dívidas.
Quando não cabe
A regra foi popularizada por Elizabeth Warren e Amelia Warren Tyagi no livro All Your Worth, de 2005, pensando na realidade americana. Em muitas cidades brasileiras, aluguel e transporte sozinhos passam da metade da renda.
Se o seu essencial não cabe nos 50%, a regra ainda serve de ponto de partida: 60-20-20 ou 70-10-20 são adaptações comuns. O que costuma valer manter são os 20% para o futuro, nem que comecem menores.
Perguntas
Uso a renda bruta ou líquida?
A líquida: o que de fato cai na conta, depois de impostos e INSS.
Pagar dívida é necessidade ou futuro?
A parcela mínima é necessidade. O que você paga além do mínimo, para quitar antes, entra nos 20% do futuro.